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Projeto de SPDA

Projeto de SPDA

O Brasil é um recordista mundial em descargas atmosféricas. No Sul do Rio de Janeiro, na cidade de Porto Real, está a área de maior incidência de raios por m² do país. Apesar de ser muito difícil ser atingido por um raio, onde a proporção é de um em cada 600 mil, em média, morrem 120 pessoas por ano em nosso país. Segundo o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais, cada raio custa ao país mais de 25 reais em matérias que precisam ser substituídas, causando prejuízo material.

O projeto de dimensionamento de para-raios possui um grau de baixa complexidade e leva em média até dois meses para ficar pronto, garantindo proteção por anos e é por estre motivo que o número de imóveis com este tipo de proteção vem crescendo cada vez mais.

Esse tipo de proteção evita desperdício de tempo, recorrendo a concessionária de energia após a queima de algum equipamento, onde este processo requer que você faça a ocorrência do raio ou da queda de energia em até 90 dias para ser válido para a concessionária e, além disso, há um tempo muito maior de análise para que o problema seja resolvido, fazendo com que, na maioria dos casos, você tenha que substituir o aparelho que tenha queimado.

Como funciona o SPDA?

O sistema de Proteção contra Descargas Elétricas é feito de 3 partes: o elemento captor, os condutores de baixada e o sistema de terra. Existem alguns modelos de sistemas, sendo que os mais convencionais são o captor tipo Franklin, o captor de avanço à ignição e a gaiola de Faraday.

O número de captores em formato de cone (Franklin) é definido de acordo com o tamanho do imóvel, sendo importante que o engenheiro dimensione o projeto. Qualquer superfície metálica que possa ser atingida por uma descarga atmosférica deve ser levada em conta no projeto, como escadas e telhas metálicas, pois servem como sistemas de captação naturais.

Os sistemas de descida de para-raios podem ser de cabos de cobre, no caso de edificações de até 20m de altura ou fitas de alumínio, para as edificações maiores, conduzindo as descargas até o aterramento. Pilares e estruturas metálicas podem ser utilizados como descidas naturais evitando gastos com cabos ou fitas e facilitando a manutenção.

Os subsistemas de aterramento de para-raios podem ser formados pela própria estrutura de aço contida na estrutura da edificação, como sapatas, colunas e baldrames. Outra maneira de se obter um bom aterramento é utilizando a haste de alta camada, onde são usados medidores que simulam a descarga atmosférica e comparam a tensão residual que o solo consegue absorver através do sistema.

SPDA em Campo Grande – MS

A DGL oferece serviços de automação, cabeamento estruturado, projeto luminotécnico, projeto elétrico, sonorização e eficiência energética. Pretendendo ser referência em produtos, qualidade de serviço e relacionamento.

Ligue e faça um orçamento de projeto de SPDA para a sua empresa ou a sua casa, tornando esse local muito mais seguro ou faça uma visita. A DGL está localizada em Campo Grande – MS, na Rua Helio Yoshiaki Ikieziri, número 34, sala 404, no edifício Evidence Prime Office, bairro Royal Park.

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